Setembro aqui outra vez.
A Desordem regressa, renovada, irregular, sem tema certo, escrita em serifas do tipo Cufon e Garamond, justificada e com levíssima cor. Não se repete o texto inaugural de Borges, que serviu de abertura deste espaço há seis anos. Prioridade às ligações cinemáticas, às ficções, à lentidão e à demora, ao trabalho fotográfico, aos projectos e às cumplicidades com as proximidades.
[O título evoca uma canção de David Sylvian, September.]
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